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 Baixista do Gamma Ray comenta turnê com Helloween e mais ..

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R.O.D
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MensagemAssunto: Baixista do Gamma Ray comenta turnê com Helloween e mais ..   Qua Fev 13, 2008 5:17 pm

Em uma recente entrevista realizada pelo site Novo Metal com o baixista Dirk Schlächter, do GAMMA RAY ,aonde ele fala um pouco sobre a atual turnê conjunta com o Helloween e sobre os shows no Brasil !!

Novo Metal - Como vão as coisas na Hellish Rock Tour?

Dirk Schlächter:
Estamos nos divertindo mais do que esperávamos. A relação entre as bandas está bem tranqüila. Sabe, é assim que as coisas estão na turnê, os lugares que estamos tocando são demais e os fãs estão animados, bem, até agora está tudo bem e esperamos que até o final da turnê seja assim.

Novo Metal - E quanto ao show que vocês farão aqui no Brasil, o que os fãs podem esperar dele?

Dirk Schlächter: Bem, eles podem esperar nos ver altamente motivados, com muita energia e uma ótima seleção de músicas. É difícil saber o que vamos tocar aí, mas nos esforçaremos para fazer um grande setlist. Os fãs podem esperar o nosso melhor!

Novo Metal - Esta turnê está sendo muito importante, principalmente para os fãs do Helloween, que querem ver Kai Hansen mais uma vez tocando junto com o Helloween.

Dirk Schlächter: Ah sim, claro, já não é mais nenhum segredo que no final do show nós fazemos uma Jam juntos, todos juntos, quatro guitarristas, dois baixistas, dois cantores no palco. E quando fazemos isso é possível ver tantas pessoas felizes. Então isso é algo muito especial, duas bandas do mesmo estilo tocando juntas, mesmo que o Helloween tenha um direcionamento mais Hard Rock, Pop, enquanto nós fazemos um som mais clássico de Power Metal! Depois de cada show nós estamos recebendo comentários muito interessantes e nunca tivemos nenhum comentário ruim.

Novo Metal - E já que o DVD ao vivo do Gamma Ray ainda não foi lançado, vocês irão colocar algumas dessas cenas da Hellish Rock Tour nele?

Dirk Schlächter: Sim. Bem, o DVD já estava terminado, mas então nós assinamos contrato com a gravadora SPV, a mesma do Helloween, que lançou nosso último álbum, Land of the Free II, então por uma questão de publicidade não era possível lançar o álbum e o DVD ao mesmo tempo. Então, assim que a promoção do álbum acabasse, nós lançaríamos o DVD. Mas fazia tanto tempo que nós havíamos gravado o show do DVD, que nós resolvemos gravar mais alguns shows desta nova turnê, então colocamos algo a mais e alguns bônus da Hellish Rock Tour. Na verdade nós não sabemos se este novo material vai entrar neste DVD ou se faremos um outro DVD desta turnê, ainda temos que discutir sobre isso, mas com certeza lançaremos este DVD, já com algum material novo, antes do de Julho. Em breve a SPV deve divulgar em seu website como será esse DVD.



Novo Metal - Vocês já têm alguma história engraçada desta nova turnê? O que vocês vêm aprontando?

Dirk Schlächter: Tudo é muito divertido, mas não sei quanto a uma história extremamente engraçada... não, acho que não. Nos divertimos todo o tempo. Bom, eu teria que pensar em algo, não sei...

Novo Metal - Ah, achei que quando duas bandas alemãs se juntavam, só precisava de duas ou três canecas de cerveja para começarem a surgir um punhado de histórias engraçadas!

Dirk Schlächter: Ah sim, mas nós não somos mais jovens, estamos todos agora acima de quarenta anos, então nos mantemos calmos, não bebemos tanta cerveja, senão... claro que você está certo, quando ficávamos bêbados tínhamos muitas histórias engraçadas, como quando alguém vomitava por aí...

Novo Metal - Sabe, todos os jornalistas brasileiros gostam de perguntar se vocês conhecem alguma banda brasileira ou a música brasileira, mas eu farei algo diferente dessa vez... [Bem, não era exatamente essa a pergunta, ele me interrompeu antes que fosse possível terminar para falar “qual a banda mais exótica, de um país incomum, que você conhece”. Mas Dirk respondeu tão empolgado que deixei que ele continuasse].

Dirk Schlächter: Eu conheço algumas. Claro que conheço algumas como o Shaman e o Angra. Eu devo conhecer mais, mas agora não me lembro. Mas eu conheço o Kiko, conheço o Tagima, tenho um baixo feito por ele...

Novo Metal - O que você acha de sites como o Myspace? Você acessa esse tipo de sites para conhecer novas bandas?

Dirk Schlächter: É um ótimo lugar para todo mundo mostrar o que anda fazendo. É muito bom. Lá você pode divulgar o que quiser, fotos, músicas, colocar a agenda de shows e ainda receber comentários de outras pessoas e tudo mais... É bom porque qualquer pessoa pode colocar o que quiser. Você acaba recebendo críticas, e não é como na mídia normal. Eu acho muito legal, mas não participo dessa comunidade.



Novo Metal - Sabe, nós sempre vemos músicos alemães participando de duas ou três bandas ao mesmo tempo. Mas nunca ouvi nada sobre você participar de algum projeto além do Gamma Ray! Então, o que mais você faz, como músico, além da sua banda principal?

Dirk Schlächter: Ultimamente eu tenho feito pequenas coisas, como participação em alguns trabalhos de músicos. A maior parte do tempo eu estou com o Gamma Ray em estúdio, lançamos este último álbum e agora estamos em turnê, sabe, o Gamma Ray exige toda a minha atenção, mais do que você possa imaginar [Risos]. E na maior parte do tempo isso é muito bom, mesmo que haja algum imprevisto na turnê ou algo que aconteça no estúdio que sobra pra eu resolver, e o Gamma Ray é uma banda grande. Além disso eu tenho um trabalho solo: dois filhos pequenos, que acabam exigindo muito da minha atenção [Risos]. Então, não posso reclamar em não estar em nenhuma outra banda.

Novo Metal - Ok. E como vocês tiveram essa idéia de lançar uma segunda parte para Land of the Free?

Dirk Schlächter: Bom, isso não foi nada planejado. Nós já tínhamos quatro músicas e quando começamos a tocá-las, nós percebemos que elas tinham o mesmo espírito, o mesmo feeling de Land of the Free. Primeiro tivemos a idéia de chamar o álbum de... bla bla bla, bem, qualquer palavra, qualquer título que inventamos. Assim que continuamos trabalhando, o tal bla bla bla não parecia mais uma boa idéia e finalmente nomeamos o álbum de Land of the Free II. Sabe, não foi feito de propósito para ser um segundo capítulo daquele álbum, mas claro que nós pegamos o espírito do primeiro álbum e a contexto das letras do primeiro álbum. Nós conversamos muito e todos tiveram esse mesmo feeling quando compusemos as músicas. Também pensamos no que as pessoas poderiam dizer, já que Land of the Free é um álbum cultuado da banda e muito importante por marcar a volta de Kai nos vocais e fez muito sucesso. Então esse novo álbum não foi composto de propósito. Digamos que nós não achamos um bom título para o CD e resolvemos colocar Land of the Free II [Risos]. Antes disso só tínhamos títulos ruins [Risos].



Novo Metal - Sim, mas até que os álbuns realmente tem o mesmo espírito, diferente do que vinha acontecendo com Majestic por exemplo. O álbum tem aquele mesmo estilo direto de Power Metal...

Dirk Schlächter: Sim, acho que nós voltamos a fazer o que fazíamos antes, como as coisas mais básicas que fizemos no No World Order. É diferente do Gamma Ray do Majestic, acho que finalmente voltamos a fazer o que o Gamma Ray sabe fazer melhor [Risos]. O nosso Power Metal melódico.

Novo Metal - Muita gente compara alguns dos riffs do Gamma Ray com riffs clássicos do Iron Maiden e Judas Priest, por exemplo, por serem muito parecidos...

Dirk Schlächter: Claro, eles conseguem perceber que o Gamma Ray é ótimo [Risos]. Mas claro, isso é previsível, já que Kai pertence à uma escola bem antiga de guitarristas, desde a época do Helloween, quando compôs Walls of Jericho. Ele participou da criação desse estilo, que é praticamente Iron Maiden em alta velocidade [Risos]. E mesmo que o Kai tenha o seu estilo bem pessoal de tocar guitarra, é claro que ele foi influenciado por guitarristas do Iron Maiden e do Judas Priest, e nós não escondemos nunca estas influências, nós não estamos negando isso. Você não consegue tocar um riff de Metal na guitarra que não seja muito parecido com algo que já tenha sido tocado antes, é quase impossível. Claro que cada pessoa tem o seu estilo de tocar guitarra, mas no Metal você tem algumas harmonias específicas, acordes típicos... Quando você está compondo um riff, ninguém nunca vem dizer “Ei cara, você roubou meu riff de doze compassos”, sabe? Mas se é muito óbvio, se parece que você copiou de uma banda mais velha, então você não deve usar esse riff. Mas se tem algumas partes que soam bem legais, mesmo que sejam um pouco parecidas, se a música em si for bem diferente, então não acho que seja um plágio.

Novo Metal - Você gosta de bandas alemãs que misturam a música tradicional do seu país com Heavy Metal?

Dirk Schlächter: Sim, existem algumas bandas Folk, especialmente no sul que misturam muito de música tradicional, com instrumentos e sons da música tradicional com Heavy Metal. Eu já fui em alguns shows, mas não vou me lembrar o nome de nenhuma banda agora. Tem também outras bandas no norte que tocam músicas tradicionais de maneira mais rápida e pesada. Não é exatamente metal, eu diria que é mais Rock. É basicamente a mesma idéia, mas é Folk do norte e eu não conheço isso porque sou do sul [Risos].



Novo Metal - Você sabe que aqui no Brasil, o maior problema que as bandas de Heavy Metal enfrentam são os próprios brasileiros. As pessoas aqui não são acostumadas a ouvir musica pesada. E mesmo os que são fãs de Metal preferem ouvir bandas de fora do que as daqui. Como esse tipo de coisa funciona aí na Alemanha?

Dirk Schlächter: Na verdade é praticamente a mesma coisa. Acho que em todo o lugar é assim. Eu me lembro de quando nos começamos, que nós vendemos muitos discos no Japão e fizemos shows onde esgotaram os ingressos, enquanto aqui na Alemanha nós tocamos em pequenos pubs ou Shoppings [Tanto o Dirk como alguém que estava ao seu lado começam a rir]. Então isso é muito estranho. Em todo lugar é assim, no seu próprio país eles te conhecem, claro, mas procuram algo que vem de fora. O Helloween talvez seja uma exceção aqui na Alemanha, já que eles fazem certo sucesso por aqui e grandes shows... mas ainda assim são só uma exceção, além do Scorpions, é claro [Risos].

Novo Metal - Achei que na Alemanha as coisas fossem diferentes, já que no país acontecem tantos festivais e shows de metal, como por exemplo o Wacken, que talvez seja o maior festival de música pesada do mundo.

Dirk Schlächter: Eu consigo me lembrar do primeiro Wacken, em 92... não... bem, noventa e alguma coisa, e o festival era realmente pequeno, em uma área muito menor. Hoje em dia ele é realizado em um espaço muito maior que antigamente, porque o festival deu muito certo e se tornou um dos maiores festivais de Metal do mundo. Nós tocamos em algumas edição do festival e também sempre têm bandas alemãs tocando, mas você pode observar que os principais Headliners são bandas de fora. Então, em todo lugar é igual. Mas talvez ai no Brasil a situação seja mais extrema.

Novo Metal - Uma última pergunta, já que nosso tempo está acabando [Já havia acabado, na verdade].

Dirk Schlächter: Ok, por mim tudo bem, vá em frente!

Novo Metal - Como foi tocar baixo naquelas músicas que você estava acostumado a tocar guitarra antes.



Dirk Schlächter: Na maioria delas eu me dei melhor com o baixo, me sinto mais a vontade no baixo, mas me lembrava de como eram as partes na guitarra. É legal tocar guitarra porque você pode tocar um acorde, deixar soando e levantar o seu braço, você pode se comunicar com o público, enquanto no baixo você tem seis, oito, doze notas pra tocar. Você não pode levantar o braço, tem que ficar tocando, não dá pra se comunicar. Então tem horas que é mais divertido tocar guitarra, mas eu estou absolutamente feliz no baixo, já que é o meu instrumento, que eu estava acostumado a tocar sempre, então não preciso me concentrar muito, meus dedos já estão acostumados.

Novo Metal - Ok, obrigado pela entrevista!

Dirk Schlächter: Diga aos fãs brasileiros que nós estamos chegando! Não se preocupem que nós faremos o melhor possível. Mantenham a fé no metal, não bebam muito e nem usem drogas pesadas!

Novo Metal - Esse é um bom conselho!

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