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 Nova entrevista com Michael Weikath e Andi Deris

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MensagemAssunto: Nova entrevista com Michael Weikath e Andi Deris   Sex Jan 25, 2013 9:02 am

O site espanhol Mariskal Rock entrevistou o guitarrista Michael Weikath e o vocalista Andi Deris. Os assuntos foram o novo álbum "Straight Out Of Hell" e seu processo de composição e gravação e a "Hellish Rock World Tour Part II" com o Gamma Ray.

Quando vocês começaram a escrever as músicas para o novo álbum? Começaram depois da turnê do 7 Sinners ou durante a própria turnê vocês já tinham algumas ideias?

Andi: Eu pessoalmente comecei a recolher algumas ideias durante a turnê, especialmente durante a noite no ônibus com uma guitarra na mão. Às vezes tinha uma ideia que queria gravar e que acabava ao final uma música. E muitas vezes me surpreendo quando tenho uma boa ideia e logo digo: “Em que estava pensando? O que queria expressar aqui?”, mas em geral adoro garantir uma ideia quando sei que posso esquecer.

Michael: Todo mundo tem um Iphone (espero) e eu uso se me vem alguma ideia na cabeça e também se tenho uma guitarra comigo. Ou se estou assoviando uma melodia, também gravo. É como disse o Andi, muitas vezes quando tinha uma melodia na cabeça e eu havia gostado e logo dizia “Eh, em que eu estava pensando?”, mas pelo menos gravo a ideia e em casa gravo a guitarra, uma bateria programada e adiciono o resto. São assim praticamente durante as 24 horas do dia.

Vocês compõem as músicas novas do zero ou utiliza músicas ou ideias já das turnês anteriores?

Andi: Acho que em geral o material é completamente inédito. Não me lembro de ter alguma música já pronta.

Michael: Escutei o material que fizemos em turnês anteriores e sinto que não há quimica com eles. Deixei tudo de lado e disse ao produtor que no momento não queria fazer nada com esse material assim que compomos as músicas novas.

Charlie Baunfeind tem sido seu produtor durante muito tempo. Ele voltou a trabalhar com vocês produzindo este disco?

Andi: Sim, sim, a mesma estrutura, a mesma história, como diz o ditado: “Não se mexe em time que vence”. Ele foi nossa primeira opção e por sorte ele estava disponível, acho que já faz seis ou sete anos que já trabalha com o Helloween. Quando está organizando um trabalho a uns dois ou três anos, sempre entra em contato com nosso empresário para saber quando começará a produção de um novo álbum para ter certeza que estará livre no momento certo. Todos nós confiamos nele. Quando se trabalha com um produtor que é bom e obtém resultados excelentes, não se pode trocar por outro produtor, que não se tem confiança e que vai ter que conhecer ainda e saber como trabalha. Eu estou tranquilo com Charlie.

Michael: Foi graças a Charlie que começamos a gravar com Pro-tools (que é o sistema que se utiliza hoje em dia), ele é um dos pioneiros em usar Pro-tools no processo de gravação. No principio as pessoas riam dele, mas não tenha dúvida que ele é o Mestre quando se trata de Pro-tools, e duvido que tenha alguém mais rápido que ele usando este sistema. Leva muito tempo fazendo, até utiliza uns atalhos no teclado e às vezes nem sabemos o que ele está fazendo. Usa tantos processos automáticos que nem olhando podemos ver o que faz, e a verdade é que me custa imaginar que há alguém que conheça esse sistema mais que ele.

Gravaram no mesmo estúdio outra vez? Foi o Charlie responsável pela mixagem?

Andi: Respondo primeiro a última pergunta, sim, foi Charlie o encarregado da mixagem e masterização; e voltamos a gravar em Tenerife. Tudo foi feito em Tenerife.

Tem algum membro da banda que seja o compositor principal das músicas do álbum ou poderíamos dizer que “Straight Out of Hell” é mais um resultado de trabalho em equipe?

Michael: O cara que compôs mais músicas para o álbum é o compositor principal, e o segundo que tem mais músicas é o segundo, mas é o resultado que todos nós queríamos. E no que diz respeito a mim em particular, acho que tem umas duas faixas que colocaram uns refrãos como eu havia dito. E estou muito feliz com isso porque, pessoalmente, me poupou muito trabalho e me deixa uma boa sensação do trabalho que fizemos e de como funciona a banda. Sabe, seguimos no caminho certo. Nem se quer tenho algo pra reclamar ou lembrar de coisas como “...mas temos que tocar temas que soem como Helloween”. É muito bom que as coisas sejam assim.

“Straight Out Of Hell” começa com a faixa de sete minutos de duração “Nabataea”. Acha que esse tema pode seguir a tradição dos clássicos “Halloween” e “Keeper Of The Seven Keys” e que finalmente segue a linha da fantástica e lendária saga “Keeper”?

Andi: Não fizemos de propósito. A música conta uma história, e quando começei a escrever a letra acabei automaticamente fazendo um tema de sete minutos porque é uma bonita e larga história que queremos contar. A maioria das pessoas que escutam a música nem se quer sabiam que realmente existiu um país chamado “Nabataea” alguns séculos atrás. Nós gostamos da ideia de que as pessoas relacionem ou queiram que esta música seja relacionada às histórias do “Keeper of the Seven Keys”. Musicalmente, podemos dizer que tem muito haver, porque é um tema grande com várias partes, mas em comparação “só” dura sete minutos. Não é tão grande como “Keeper of the Seven Keys”.

A música fala sobre o lendário reino de Nabataea e sua misteriosa capital Petra. O que os atraiu para escrever essa história?

Andi: A ideia inicial veio de Indiana Jones. Vi uns filmes que foram filmados em um lugar misterioso e me encantei com o lugar quando o vi pela primeira vez. Rochas avermelhadas esculpidas no deserto, com um caminho estreito pelo qual tinham que caminhar quatro quilômetros que de repente se abre e se vê um espaço amplo, se vê uma catedral esculpida na preda avermelhada. Realmente fiquei fascinado com a cena, e me fascinei ainda mais em saber era um lugar real. E assim foi como me interagi com os que são de Nabataea e que foi a primeira democracia desde milhões de anos atrás. Nunca tiveram guerras com outros países, tinham riquezas e não havia escravidão, parecia o paraíso. Gosto muito de pensar que era “A civilização”, eu gostaria muito de ter vivido naquela época medieval. O mundo devia ser o mesmo inferno de hoje em dia, mas com certeza não era por todos os lados. Haviam lugares onde teria valido a pena viver. Por desgraça vieram os romanos e destruíram tudo na tentativa de que o mundo todo se voltasse ao Império Romano. E havia um país em que as pessoas poderiam viver melhores, eram mais educados e tinham mais riquezas que os romanos.

O interessante da história é que até 1910 era só um mito, uma lenda. E em 1910 um alemão descobriu Petra. E quando a descobriu foi claro que Nabataea não era um lenda, que existiu de verdade. E a História teve que reconhecer a existência de um lugar como esse.

Vocês escolheram “Nabataea” como o primeiro single do álbum. Não é segredo que a duração de um single está limitada ao máximo de 4 minutos. O que significa que terão que cortar a versão do álbum para edita-la como single. Não te parte o coração ter que cortar uma música só por questões de divulgação?

Andi: De cara nos surpreendemos com a escolha de “Nabataea”.

Cortamos a versão do álbum para 5:40 para o videoclipe, que é quase como viola-la e não sabemos se editaremos o single para a rádio e se terá êxito. Faço o que posso, mas acho que é uma agressão a música porque tenho que deixar de fora muitas partes que são importantes na história. Espero que seja o suficiente para que as pessoas se interessem por escutar a versão completa.

Se escreve músicas com uma forte conexão entre a música e as histórias, o que vem primeiro, a música ou as letras? É a música que inspira a história das letras ou vice-versa?

Andi: Eu escrevi a história de Nabataea em sete partes, primeiro a história em sete partes e logo depois deixamos a música ao acaso. Às vezes vemos que não podemos conectar uma parte diretamente a outra. Não pode descrever Nabataea como era antes. De uma maneira positiva, pessoas felizes sem escravos e sem guerras, e logo em seguida passar para a parte em que os romanos conquistam e destroem todo o reino. Precisa de uma parte diferente, como um solo instrumental para separar as duas partes. Assim que no final a história tenha uma ordem. Isso te obriga a colocar partes distintas até que finalmente a música está terminada com todo o conteúdo que queria que ela tivesse.

No final foram sete minutos e pouco, mas uma outra história poderia precisar de 15 minutos.

“Straight Out Of Hell” parece ter um ar mais alegre e menos pessimista que o último álbum. De onde veio está mudança de atitude?

Michael: Uma das razões tem sido que o produtor, Charlie, disse desde o começo que não parecia uma boa ideia ter uma atitude meio negativa, porque se diz que este ano de 2012 pode se acabar o mundo.

Andi: Sim, sobrevivemos.

Michael: É o que os médiuns têm alimentado. Alguns querem fazer você se sentir inseguro sobre o que virá depois. Algumas pessoas têm problemas financeiros por causa disso, poderiam se arruinar no mercado de ações só com os rumores de que há outro planeta que virá a nos destruir com uma colisão. Nosso produtor disse que não queria se meter nisso e que estava trabalhando em muitas produções conectadas com coisas tristes e obscuras, e que agora ele não queria. Preferia fazer algo mais positivo, mais luminoso e maior que tudo isso. Ele queria uma mistura que chegasse ao publico de uma maneira mais positiva.

Andi: Definitivamente mais positiva. Se sobrevivemos a 2012 deveríamos estar muito felizes. Saímos direto do inferno e deveríamos estar felizes de estar aqui e ver as coisas de uma maneira mais positiva.

Parece que vocês têm quatro compositores na banda. Poderiam dizer que este é o ponto forte de vocês no momento?

Andi: Definitivamente é uma grande vantagem porque nunca se sabe se estará no momento adequado para sentar e compor músicas. Às vezes tem a força, a ideia ou o que seja, mas pode acontecer de não poder sentar e compor estas seis ou sete ideias. Pessoalmente para mim é genial saber que há outros que podem fazer o mesmo trabalho. E isso me traz tranquilidade, me da liberdade e as coisas são mais simples de quando me sentia pressionado na época do Pink Cream 69, por exemplo. Quando eu sabia que eu tinha que compor as músicas para um álbum inteiro porque olhe lá se haviam uma ou duas músicas dos outros membros da banda. Essa pressão não era nada agradável. Com o Helloween é muito mais fácil porque temos mais gente que pode compor e não tem tanta pressão.

Mas como eu dizia, às vezes Weiki não tem ideias, e às vezes sou eu que não tenho. Todos podem sentir o mesmo, não se pode obrigar a estar sempre gerando mais e mais ideias em um momento determinado para um novo álbum. A força é que temos quatro compositores muito competentes. "Quem escreve a maior parte das músicas do novo álbum?" Realmente não me importa quando são coisas boas e gostamos do que fizemos.

Michael: Depois de tudo que fizemos ate agora, fica tudo muito tranquilo porque já sabe que foi feito bem quatro ou cinco vezes anteriormente. Estamos em um processo novo e ainda temos que nos acostumar com isso e pensar: “isto está acontecendo, está tendo lugar agora mesmo, é bem mais fácil do que foi antes”. Escolhemos as pessoas adequadas e obviamente a capacidade de composição de Markus tem melhorado com o tempo, o que é muito bom, e teríamos adorado se fosse assim no passado quando estávamos sob pressão. Como: “o que fizemos? Precisamos de mais faixas boas...” e você senta e tenta compor algo sob pressão. Esses tempos já passaram, e ainda que não estejamos acostumados totalmente com isso, nós temos isso em conta E é genial.

O aspecto das novas músicas no álbum parece que estão mais abertos do que nunca e oferecem variedade. É como se não tivessem nenhuma restrição e que tudo é possível? Por exemplo, em “Wanna Be God”...

Andi: É a primeira vez que pude dedicar uma música a Freddie Mercury. Como música, poderia ter sido simplesmente uma canção a mais das que são realizadas sem instrumentos, só com bateria e voz. E automaticamente você se lembra de We Will Rock You. E no final, “Aqui temos uma bela música!”

Se tudo é possível nas músicas do Helloween e não há restrições. Há algo que, pelo contrario, não faria nunca?

Michael: Hip Hop ou Rap ou algo assim, nunca nos passou pela cabeça.

Andi: Eu pessoalmente odeio Hip Hop e Rap.

Michael: Eu também.

Andi: Eu não gostaria de ver o Helloween cantando Rap ou Hip Hop no futuro. Definitivamente não queria.

Vocês gravaram a primeira balada em anos para este disco. Como é isso?

Andi: A mistura de todo o álbum precisava de uma música mais tranquila no meio, se não, só ouviria sons de contrabaixo e de guerra. São necessário uns três minutos de uma música mais suave para se preparar para o segundo round. Acho que se encaixa perfeitamente no disco e é uma balada preciosa, não se pode dizer que não. Se aparece uma ideia como essa, porque não inclui-la no álbum?

Também escreveram uma música chamada “Asshole” (Babaca). Pode se dizer que alguém estava puto com uma certa pessoa?

Andi: Com certeza. Mas, novamente estávamos brincando. Tem um ritmo diferente e não acho que nada se torne muito sério. Se fosse uma melodia muito metal, não iriamos tê-la gravada. “Asshole” funciona porque a música é divertida e logo te faz rir.

Michael: O titulo da música não faz referencia a nada em especial, se define mais com o humor de quando tem que levantar cedo para trabalhar ou quando algo te deixa de mal humor. Ao menos, pode pensar e dizer: “Oh sim, essa é a canção “Asshole” do Helloween”. Ou se fez algo ruim, pode lembrar-se da música e logo se sentirá melhor.

Ouvi que o baterista Dani Löble não utilizou metrônomo durante as sessões de gravação. Se é assim, é realmente incrível porque não tem muitos bateristas que possam tocar tão rápido sem metrônomo.

Andi: Acho que é como deve ser. Enquanto começa a fazer músicas perfeitas, pode chamar você mesmo de um computador. Se chegamos a esse ponto em que um computador está fazendo as músicas de metal, com certeza deveríamos deixar de fazer música. Soa como algo frustrante e chato.

Michael: As vezes quanto mais improvisado, melhor. Nem sempre, porque se a melodia está ruim e as harmonias ainda mais, então tudo está ruim e o resultado é irritante. Há muitas gravações de Judas Priest, por exemplo, que tem um certo encanto porque o vocalista canta um pouco mais baixo e um pouco mais alto, e ele não é o único, mas é o melhor a se fazer se compararmos com outras produções conhecidas que se podem ouvir por ai. Se pergunta o que acontecia quando gravaram essa música, o que deu tão errado, e é incrível que alguém possa ter gravado aquilo.

“Church Breaks Down” se destaca por seu ar gótico. Quem colaborou com os teclados e órgãos?

Andi: A maioria das coisas foram sacadas do banco de sons de Matthias Ulmer, nosso gênio dos teclados, e que também se encarregou das vozes. Por exemplo, o coral da voz feminina que parece uma freira que canta. Na realidade são amostras que Matthias tem trabalhado, não são pessoas reais.

E quem são as meninos do coral desta vez? Membros da banda?

Andi: Os sons do coral são muito naturais, só nos levou quatro ou cinco vezes dobrar o coral e escutar minha voz um pouco diferente de como é normalmente, e também participaram uns caras alemães, Billy King e Olaf Senkbell, que nos ajudaram com os corais porque seria um grande erro se ouvissem só a voz do vocalista principal. Dobrar e tentar cantar é impossível. Só posso mudar minha voz até certo ponto para que ainda se note que sou eu quem canta. Ao final, tive que cantar 50 vezes a mesma coisa e o resultado é que não soa como um coral, soa como um ótimo trabalho de Andi, Billy e Olaf.

O que pensa das pessoas que dizem que “Straight Out of Hell” é como se fosse um Keeper 4?

Michael: Se esse é o caso não me importaria. Seria algo bom. É muito cedo para fazer essa pergunta, mas se as pessoas veem assim é muito gratificante pelo trabalho que temos feito e que sabemos que fizemos algo muito bom.

Conte-me um pouco sobre a versão bônus de “Burning Sun” dedicada a uma pessoa muito especial...

Michael: Eu conheci Jon Lord depois de um show em 1995 ou 1996, era seu aniversario e ele estava comemorando no Rock’N’Roll Club de Hamburgo. Ali se sentaram todos para comer bolo de chocolate, assim que me aproximei e o parabenizei, desejando o melhor ele me agradeceu. Depois que todas já haviam ido embora até comi um pedaço de bolo, porque eu estava com muita fome e ele não se importou. Sempre fui um grande fã de Deep Purple e Rainbow. E quando ele morreu, fiquei muito triste porque queria que ele vivesse para sempre. E por isso essa música é dedicada a ele.

Helloween é famoso por suas edições especiais limitadas. O que pode me dizer sobre essa nova?

Andi: Pelo que sei, só tem uma ou duas músicas na edição especial: “Another Shot Of Life” e “No Eternity”. Ambas são excelentes, mas qualquer um que as escutem se dará conta de que não se ajustaram ao conceito de “Straight Out of Hell”. Por isso são bônus.

Não posso dar certeza se ambas estão na edição limitada... junto com a versão Hammond de “Burning Sun”.

Só sei que os japoneses tem “Another Shot Of Life” em seu primeiro single. Estão fazendo um single para o Loudpark (onde tocamos em 25 de Outubro) e não sei se teremos os direitos para lança-la diretamente na edição limitada, mas espero que sim. É simplesmente porque os japoneses tem que ter algo a mais que o resto do mundo. Eles têm que pagar 3,5 vezes mais por um CD no Japão e obviamente a indústria de discos trata de evitar os cortes de importação. Simplesmente não posso responder essa pergunta com certeza.

O que podemos esperar dessa nova turnê com Gamma Ray chamada “Hellish Rock Tour – Part Two”?

Andi: Praticamente a mesma festa que foi da ultima vez. Decidimos fazer uma “Hellish PT 2” porque tinha muita gente que dizia: “Merda, perdemos, não estávamos lá, há alguma possibilidade de que voltem a fazer algo parecido?” A ultima turnê com Stratovarius também foi genial, nos divertimos muito com eles, e eu especialmente com o vocalista Timo Kotipelto.

Dani, eu e Timo ainda somos fãs de bons vinhos tintos e me lembro de bons momentos... Sempre que havia um bom lugar com um bom vinho ali estávamos nós e ficávamos bêbados frequentemente. Já tínhamos em mente continuar a turnê quando as pessoas começaram a dizer “Vocês tocaram com Gamma Ray, há alguma possibilidade de voltar?”. Pois sim!

Vamos fazer a segunda parte da turnê e o pessoal que curtiu a primeira estará ali e todo o pessoal que perderam, também estará!

Michael: Também tentaremos tocar algumas músicas que não tocamos antes. Ensaiamos “Burning Sun” e queremos tocar quantas músicas for possível do “Straight Out of Hell”, e também terá surpresas e entretenimento durante o solo de bateria e durante o show.

Andi: Temos algumas ideias estupidas, que vão ser divertidas durante o show, e outra grande ideia para o futuro. Os três minutos mais estúpidos da minha vida, mas será genial, e logo o grande final com Kai. Algo que o publico sempre curte.

E já estavam em seus planos celebrar o 25º Aniversario desses álbuns lançando um disco que siga a tradição do Keeper?

Andi: Não foi a intenção, mas se encaixa com perfeição.

Michael: É porque festejamos o aniversario de 20, 25, 26, 27 anos e pronto, comemoremos 30. Temos 25 anos do Keeper. Sempre tem uma boa razão para acontecer. Comemorar, ter uma boa razão para celebrar. Se não houvesse nada para festejar a vida seria chata. Maiden celebrará seus 40 anos e pronto, e nós poderíamos celebrar o aniversario tendo tocado com o Maiden umas três ou quatro vezes.

Tradução: Sézar Helloween

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