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 Michael Weikath fala sobre novo álbum, nova turnê e reunião

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MensagemAssunto: Michael Weikath fala sobre novo álbum, nova turnê e reunião   Qua Jan 02, 2013 7:16 pm

Michael Weikth concedeu entrevista ao site Rafabasa.com e deu mais detalhes sobre as gravações do novo álbum "Straight Out Of Hell" e o videoclipe "Nabataea". Outros assuntos como a turnê "Hellish Rock" e reunião com Michael Kiske e Kai Hansen também foram abordados:

- Olá Michael, eu imagino que você está feliz e ansioso para o lançamento do novo álbum e começar a nova turnê. Como é o momento que vive atualmente o Helloween. Como descreveria o estado atual do Helloween?

Michael.:
Olá, saudações a todos... Agora estou muito ocupado dando entrevistas e promovendo o novo álbum, mas tudo bem. Estamos encantados com o material que temos em mãos, e confiamos no "Straight Out Of Hell". Nós não tivemos muito tempo para ensaiar e tivemos trabalho extra para esse tempo, como a apresentação no Knock Out Festival em Karlsruhe (Alemanha) em Dezembro, e também o 70.000 Tons Of Metal no final de Janeiro no Oceano, mas nossa turnê começa realmente em Fevereiro. Estamos muito confiantes e digo que tudo vai ir muito bem e estamos e já estamos ansiosos para tocar o novo material. A verdade é que estamos em um bom momento, mas quem sabe (risos)

- Como definiria musicalmente o novo álbum "Straight Out Of Hell"?

Michael.:
Acho que tem bastante elementos do velho Helloween mesclado com coisas novas, como sempre. Eu o colocaria entre o "Gambling With The Devil" e "7 Sinners", e no fundo é um novo capitulo na carreira da nova formação da banda, que já tem 10 anos. Logicamente nos sentimos muito confortáveis entre nós, nos conhecemos muito bem, temos uma boa química e um bom ambiente interno, e já gravamos cinco álbuns, incluindo "Unarmed" e sobrevivemos a isto (risos). É curioso que esta formação já é a mais longa que o Helloween já teve, assim nos sentimos muito confiantes e esperamos que no futuro não aconteça nada inesperado porque nos sentimos muito bem como estamos atualmente.

- Em geral, para mim, soa como uma continuação perfeita do caminho tomado pelos álbum anteriores. Qual é a sua opinião sobre isto?

Michael.:
Sim, absolutamente, e é algo que temos conversado com Charlie Bauerfiend, nosso produtor. Queriamos manter esses elementos clássicos do passado e da história do Helloween como refrões poderosos, grandes coros e orquestrações de fundo, e tudo isso esta de volta aqui. Esta era a ideia e é exatamente como soa o disco, assim estamos muito satisfeitos e contentes nesse sentido;



- Conte-me sobre seu trabalho com as guitarras no novo álbum. Como foi?

Michael.:
Dessa vez utilizamos um som e alguns efeitos muito interessantes para o som das guitarras em geral, que mescla muito bem um bombástico e atual, mas com um toque vintage. Temos trabalhado muito com isto neste caso, e incluindo estes efeitos aos clássicos Marshall. Obviamente tem outras bandas que estão usando este efeito para suas produções, e é impressionante porque pode se obter um som digital incrível do que sair diretamente dos amplificadores e a partir disto usa-lo como quiser.

- Tem muito temas interessante no disco... Além do primeiro single, que logo vamos falar, gostei muito das músicas "World Of War", "Live Now!" e "Far From The Stars"… Para citar três. Por favor, pode me falar destas três musicalmente?

Michael.:
A verdade é que concordo com você sobre estas canções. Claro que amo todo o disco, mas sempre tem algumas que te chamam mais a atenção e estas são algumas delas. Bom, "Live Now" é uma música do Deris, "World Of War" é do Sascha Gerstner e "Far From The Stars" é do Markus, e de fato estas são as que mais gostei desde a primeira demo. É curioso nesse caso como Markus amadureceu como compositor e desde o principio me pareceu um tema com grandes guitarras e grande refrão. É algo que acontece também com a "Straight Out Of Hell", que é outra música claramente roqueira. No final,estamos muito satisfeitos por termos sido capazes de escolher entre um bom material e também como poder ter hoje quatro bons compositores na banda. Isso é ótimo!

- É hora de falar do single "Nabataea". O que pode nos contar sobre o tema? E sobre o videoclipe?

Michael.:
O vídeo foi gravado em Hindenburg (Alemanha) em uma espécie de porão, mas era como um sótão dos tempos romanos. Não tenho certeza se a cidade foi construída ou tomada pelos romanos, mas a verdade é que existem muitos vestígios romanos e edifícios em geral lá. Também tinha muito espaço para gravar e decorar para o vídeo, e também havia colunas ao fundo e muitos elementos de fantasia e de decoração um pouco diferente, por isso foi muito interessante gravar ali. A ideia era conectar e a atmosfera com uma cultura antiga e milenária, você sabe, poderia se imaginar estar naquele tempo. Atualmente, o local é uma adega de vinho, mas é muito grande e um ótimo local para se gravar um vídeo.

Ainda não sei se o vídeo vai parecer uma porcaria ou se vai estar bom para todos (risos), mas esta claro que é uma gravação muito trabalhada e que foram investidas muitas horas. De fato, só a banda esteve 11 ou 12 horas seguidas gravando.



- O som do álbum é espetacular. Como é trabalhar com Charlie Bauerfeind neste momento?

Michael.:
Neste caso, foi tudo muito tranquilo... No disco anterior tivemos mais músicas para eleger por expectativas pessoais, solicitações da empresa e outras coisas. De fato, alguém nos solicitou 4 versões do que seria o disco antes da mixagem final e Charlie acabou muito estressado e talvez não em seu melhor humor na produção do "7 Sinners". Agora foi diferente, tínhamos 14 músicas escolhidas e a bateria de Dani já pronta na maioria das músicas. Tudo foi muito interessante e confortável esta vez e creio que ele ficou muito contente, primeiro de como foi esta produção e do resultado final.

- Como definiria o trabalho de Andi Deris como vocalista neste disco? Qual é o melhor dele no álbum?

Michael.:
Eu não sei se há algo concreto para dizer "o melhor" porque ele desenvolveu um trabalho vocal impressionante em todo o disco. Ele também trabalhou arduamente no sentido de procurar sons diferentes no estúdio de gravação, testando com diferentes microfones. Além disso, creio que para isto é muito melhor tranquilidade e clima. O fato é que ele realizou um trabalho fantástico neste álbum, com uma voz muito potente e um nível de qualidade que já conseguiu em "Gambling With The Devil" e "7 Sinners" por exemplo, acho que até um pouco melhor aqui, se possível.

- E o que ressaltaria do trabalho de seus outros companheiros Dani, Markus e Sascha no álbum?

Michael.:
Para começar com Dani, sua maneira de tocar bateria é de um nível muito alto e ele também se preparou muito para este disco, então quando ele entrou em estúdio as músicas já estavam totalmente preparadas. Embora eu tenha que dizer que, felizmente, todos estão em grande nível neste álbum, e tecnicamente tem momentos incríveis neste disco.

Eu mesmo estava preocupado e com um pouco de medo de que alguma parte não fosse capaz de executar as músicas em seu nível perfeito, mas algo aconteceu dessa vez que tudo foi genial, surgiu uma magia e até as partes mais complicadas e rápidas foram executadas perfeitamente. Incluindo o ambiente que foi ótimo em todos os momentos, a aplicação de todos, não tivemos nenhum problema e tudo isto foi transmitido de maneira muito positiva para o disco. Realmente, neste caso eu não tenho nenhuma queixa e não tenho nada de ruim a dizer . Foi realmente genial.

- Falando de pegar a estrada, a turnê será com o Gamma Ray de novo e é esperado para ser um grande sucesso. Por que é que você vai fazer uma segunda parte da turnê "Hellish Rock"?

Michael.:
Bem, basicamente foi porque houve pessoas que ficaram sem ver a primeira turnê e muitos adoraram a ideia, e não poderia passar tudo o que eles nos disseram para fazer a turnê novamente, por uma razão ou outra. Normalmente eles dizem não a este tipo de coisa, porque você fez e seria como "por que você faria algo que já foi feito?", Mas por outro lado havia sempre a visão oposta: "Por que não?".

Eu não entendo que se diga para não fazermos uma segunda parte da "Hellish Rock", ou que alguém não venha ao show porque já esteve lá na primeira parte, que não precisa disto. Preferimos o que pensa a maioria das pessoas: "Uma segunda parte desta turnê? Genial!".



- Oque nos conta dos show? Como será a montagem dos concertos? Nos adiante algum detalhe...

Michael.:
Sim, haverá um novo show projetado pelo mesmo artista que fez projetos para as turnês anteriores. Haverá mais detalhes e efeitos no palco, como bonecos no palco ou cortinas, o cara que faz as capas está supervisionando todos estes elementos que vão estar no palco, como aconteceu com o vídeo "Nabataea", por exemplo. Há sempre um toque de comédia em tudo isso, como de costume com o Helloween, e haverá jogos e brincadeiras entre nós e com o público.

- Imagino que de alguma forma espere por esta pergunta... Qual a sua opinião sobre Michael Kiske ter voltado ao Havy Metal com Unisonic?

Michael.:
É algo bom e muitos fãs estavam esperando isto. E de algum modo o Unisonic esta relacionado cm o Helloween e uma certa reunião porque Michael Kiske e Kai Hansen se reuniram depois de tantos anos. É muito interessante para as pessoas, é claro, e eu acho que é uma coisa boa porque com certeza não foi bom para Michael estar em casa e não perceber muitas coisas. Ele estar "fora" do mundo não era bom para ele, e agora ver os concertos, o carinho dos fãs que creio que é algo bom para ele, ao menos é o que eu penso.

Era difícil saber como seria a proposta no palco, o baterista por exemplo é do Pink Cream 69, e logo se uniu a eles Kai Hansen também... E eles suportam muito bem Michael. O caso é que é algo genial também para os fãs, porque além de estar funcionando muito bem e não vou dizer nada de ruim sobre ele ou contra eles.

- Há vários rumores que falam que depois da turnê com o Gamma Ray, em 2014 haverá uma reunião dos Helloween na fase "Keepers"... Há alguma realidade nesses rumores?

Michael.:
Pode ser. Eu sei que o management esta planejando algo assim, mas não sei se em 2014, porque é algo que não se pode forçar, e além do mais acredito que Michael tem algum problema pessoal comigo que tem se ser solucionado. Enfim, eu não me importo e eu acho que nós podemos fazer isso de qualquer maneira, mesmo sem necessariamente falar sobre isso antes, mas se ele quer ter qualquer conversa sobre o que pode ter dado errado no passado ou sobre algo que aconteceu ou o que quer dizer, eu estou disposto a conversar.

De qualquer forma, deveria ser com Dani na bateria por razões obvias, já que Ingo não esta vivo, e não tem que ser uma reunião, mas sim reunir Kai Hansen e Michael Kiske para tocar com a formação atual ou algo assim. E você tem que ter cuidado, porque não sei porque as pessoas dizem 2014, quando poderia ser em 2015 ou mais tarde, quem sabe? Não é a nossa próxima ideia para 2013 ou 2014. Enfim, existem várias ideias para o futuro e esta é uma delas, com certeza.

- Ok, Michael, terminamos aqui. Muito obrigado por seu tempo...

Michael.:
Não, obrigado pelo seu tempo. Obrigado a todos que querem nos ouvir. A partir daqui, até a próxima entrevista, adeus!

FONTE: RAFABASA.COM

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